Caraguatatuba sofre com falhas na coleta de lixo: Fort Nort sob fogo cruzado 🚨
Caraguatatuba, SP – Moradores de bairros residenciais de Caraguatatuba denunciam falhas recorrentes e falta de planejamento da empresa Fort Nort Desenvolvimento Ambiental e Urbano na coleta de lixo domiciliar. Segundo relatos no início de janeiro de 2025, o acúmulo de sacos e entulhos chegou a causar transtornos em vias públicas, geriatrizando reclamações de mau cheiro e riscos à saúde. Regiões afetadas incluíram áreas densamente habitadas e orlas frequentadas por turistas, como Martim de Sá, Porto Novo, Massaguaçu e Praia das Palmeiras (sampi.net.br).
🚛 Frota insuficiente em plena temporada
Apesar de a prefeitura ter contratado 12 caminhões para a coleta, apenas sete estavam operacionais até 1º de janeiro de 2025 – período de maior demanda na alta temporada – o que forçou a administração municipal a intervir em ambiente de crise (caraguatatuba.sp.gov.br).
Mesmo com a ampliação para 10 veículos após pressão oficial, especialistas e a população apontam que o efetivo segue abaixo do necessário para dar conta da quantidade de resíduos gerada pela população fixa e pelos turistas .
📌 Consequências reais para moradores
A ausência de coleta regular levou ao acúmulo de resíduos expostos por mais de sete dias em alguns bairros, conforme confirmado pelo vice-prefeito Sérgio Braz (sampi.net.br). O cenário tornou-se um problema tanto estético quanto sanitário:
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Riscos à saúde pública: lixo exposto atrai insetos e roedores.
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Impacto negativo ao turismo: o acúmulo em áreas nobres prejudica a imagem de cidades litorâneas.
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Desconfortos gerais: odores desagradáveis e sujeira nas calçadas.
🧯 Mutirão e respostas emergenciais
Em resposta, a prefeitura lançou um mutirão nos dias 4 e 5 de janeiro para normalizar o serviço, com apoio de varrição intensiva e caminhões basculantes 24h (reddit.com, caraguatatuba.sp.gov.br). No entanto, a solução emergencial expõe a fragilidade de um modelo que falha em evitar crises, em vez de simplesmente reagir a elas.
🏛️ Responsabilidades sob disputa
A Fort Nort, alvo das reclamações, foi formalmente notificada e responsabilizada pela prefeitura por não cumprir o contrato no início da alta temporada (sampi.net.br). Já a administração municipal acentua a necessidade de reforços na estrutura do serviço e inteligência na gestão do cronograma de coleta (caraguatatuba.sp.gov.br).
🔎 Ponto de vista dos cidadãos
Moradores relatam frustração diante da repetição do problema. O período natalino e os primeiros dias do ano são tradicionalmente críticos, mas o acúmulo persistente desse ano evidencia falha na operação regular da coleta – corresponde a uma prestação de serviço abaixo do mínimo exigido.
⚠️ Conclusão
O caso Fort Nort em Caraguatatuba expõe uma falha sistêmica: a prefeitura e a empresa contratada não garantiram estrutura nem operacionalidade suficientes mesmo diante de demanda esperada. Enquanto isso, o serviço à população se mostra negligente — gerando insatisfação, riscos sanitários e desgaste na imagem turística da cidade.
O que falta agora: uma revisão profunda dos contratos, planos de contingência eficazes e fiscalização rigorosa dos rotas e horários. Até que isso ocorra, moradores e turistas seguem na mira de um serviço marcado por acúmulos, atrasos e promessas quebradas.
Esses fatos expõem um problema que exige providências urgentes. A falta de planejamento e antecipação por parte de Fort Nort e da administração municipal já cobram seu preço — nas ruas e no bolso de quem vive ou visita Caraguatatuba.
Neste momento e data protocolei reclamação na central 156 devido ao não recolhimento do meu lixo no Bairo Rio do Ouro, fato ocorrido na terça feira ficando acumulado para esta quinta feira quando tambem não recolheram novamente, somando duas acumulações seguidas o que nos permite concluir que as reclamações não estão sendo levadas a sério pela referida prestadora de serviços de coleta e que providências tomadas pela prefeitura também não surtiram efeitos.
Até quando teremos que suportar essas maselas? Até que estejamos entulhados até o teto de dejetos?
Nilson Ribeiro
Biografia:
Nilson Ribeiro é paulista, 65 anos, Analista de Sistemas formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Centro Universitário Módulo de Caraguatatuba.
Jornalista com registro profissional no Ministério do Trabalho nº 0089290/SP.