Opção política
Oito ou Oitenta.
Chegamos a uma situação político-administrativa no Brasil em que não da mais para nos os brasileiros ficarmos isentos, tocar a vidinha como se nada tivéssemos a ver com tudo o que nos acontecia e vejam o estado calamitoso em que nos encontramos, política, econômica, cultural e moralmente.
Ficamos por décadas alheios aos acontecimentos, enquanto a corja de políticos, salvo uma ou outra exceção, vendiam nossa pátria em negociatas típicas de estelionato, que faria a camorra se sentir no chinelinho e ruborizar de vergonha.
O roubo por si só é uma coisa nefasta, não só o roubo, mas os desvios de riquezas nacionais, através da corrupção a que submeteram o país é uma coisa horrorosa, odiosa e todos os adjetivos possíveis e imagináveis são poucos para nomear o que fizeram.
Porém a culpa não é só dos políticos, é da imprensa vendida e nossa também. Ficamos a margem do processo estabelecido pelo sistema e nos contentamos em torcer para essa ou aquela facção política, poucos foram os que procuraram saber o que pregavam e a quem estavam associados as agremiações partidárias. Quase ninguém consultava os manifestos dos partidos registrados em cartórios, acreditávamos nas palavras dos candidatos, "promessas vãs".
Roubaram e não foi pouco, roubaram não só para enriquecer a si próprios, roubaram para enriquecer os filhos, as noras, os amigos, os amigos dos amigos e os compadres, mas esse roubo não é o pior roubo, roubaram para financiar ditaduras comunistas que mataram milhões de pessoas nos países deles, mas ainda o pior estava por vir, essas ditaduras financiadas com o dinheiro do povo brasileiro pagariam esses financiamentos ajudando, garantindo a instalação do comunismo no nosso país, matando-nos aos que se revoltassem contra o sistema idealizado por eles. Financiamos, treinamos e armamos aqueles que nos iriam impor a ditadura comunista. De outro lado, roubaram a nossa decência, nossa moral e nossa ética, destruindo nossas crianças e nossas famílias.
Esperneamos e conseguimos barrar em parte o movimento deles, mas é muito cedo para usufruir da sombra, as mazelas nos espreitam em cada curva, cada esquina e em cada praça. Não podemos ficar em cima do muro, isentarmos, temos que tomar uma decisão e seguir em frente na luta para atingir os nossos objetivos, não queria ser um radical, não gosto de radicalismos, mas na atual conjectura não dá para ser condescendente, o politicamente correto hoje é arma da esquerda, essa arma eles usam com maestria, temos que usar outras armas capazes de inutilizar a deles.
Lembrem se, desçam do muro, arregacem as mangas, cerrem os punhos e partam pra cima, não dá para dialogar com loucos, tocos e sepos não respondem.
Nilson Ribeiro
Nenhum comentário:
Postar um comentário